PMRN

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quarta-feira, 9 de maio de 2012

MULHRES MILITARES

MULHERES FARDADAS

Elas conquistaram seu espaço nas Forças Armadas. E como!

 
 

 
FONTE: MONTEBO.COM

É PRECISO ENTENDER OS MILITARES?

Falar de militares no Brasil desperta a atenção de todos. Existe algo assim como uma associação do militar com a idéia de força, de poder, de governo. Tudo o que se fala ou que se publica sobre militares provoca, em grande parte das pessoas, a volta da velha idéia de que a força consegue tudo. Ora, se os militares são aqueles que detêm as armas, logo, são eles que possuem a força, o poder, a possibilidade de mudar as coisas, de fazer e desfazer. Daí uma certa atração pelo tema. Ao mesmo tempo, dá também a sensação de medo. Falar de militares logo traz à cabeça das pessoas, ou a idéia de secreto, ou a idéia de perigoso.
Mas será que não se pode conversar sobre os militares de um outro jeito?
Pois este livro tem a intenção de discutir o militar, nem como um Deus todo-poderoso nem como um bicho-papão assustador. A idéia é a de apresentar os militares como homens comuns que têm história, problemas como todo mundo, que se dividem em grupos conforme diferentes idéias que fazem das coisas, que acertam e erram.
É verdade que muito desta mistura de Deus com bicho-papão, que caracteriza a imagem do militar atualmente no Brasil, tem um motivo. Nos últimos 20 anos, os militares estiveram, assim como se diz, na “crista da onda”. Desta forma, foram observados e, logicamente, julgados por toda a sociedade brasileira. Para alguns, são os responsáveis por tudo de bom que aconteceu por aqui nesse tempo todo, por terem produzido a ordem e a segurança — daí, paradoxalmente, a produção da imagem de deuses. Para outros, porém, são os gênios do mal, responsáveis por todas as dificuldades, que nos roubaram, e ainda roubam, a felicidade — daí também provavelmente temos a explicação para a imagem de bicho-papão.
É fato, e o amigo leitor também vai argumentar, que os militares ficaram com essa imagem misturada porque, desde a revolução de 1964, ocuparam totalmente o poder político do País, não permitindo crítica a seus atos. O povo, então, começou a confundir poder político com uso da força. Não é mesmo assim? Pouco a pouco, começou a ficar “natural” militares e governo parecerem a mesma coisa.
Porém também é verdade que essa sensação de militar ser “naturalmente” governo não começou com a revolução de 64. Historicamente, no Brasil, os militares sempre intervieram no poder político, nos negócios do governo. Portanto 64 não foi a primeira vez. Nem mesmo a Proclamação da República, com o marechal Deodoro à frente e tudo, em 1889, não foi a primeira intervenção.
Precisamos convencer-nos de que esses militares estudam, têm Escolas próprias onde pensam planejam as suas ações de guerra — que é o objetivo de sua profissão —, mas também desenvolvem planos, projetos para o país que, quando postos em práticas, evidentemente, atingem a todos. E pensando em tudo isto, qual deve ser a nossa atitude? “Com os militares não quero nem, conversa!” Ou, “não me interessa o que eles fazem”? Qualquer dessas posturas, com todo o respeito devido à opinião de quem as assume, é imatura, infantil mesmo. Nenhum país que pretendeu ter alguma importância, em qualquer período da História, pôde prescindir de um Exército.
O que todo mundo precisa saber é que desses quartéis não saem apenas fuzis, canhões etc. Saem também idéias que têm inegável importância na vida de um país. Na história brasileira dos últimos 50 anos, por exemplo, essas idéias influenciaram em muito os rumos que tomaram as coisas. Se pretendemos uma sociedade democrática onde todos, sem exceção, cumpram a lei, precisamos compreender e discutir as idéias dos militares principalmente se conhecermos os objetivos que porventura estiverem “embutidos” nelas.
Vamos pôr uma ordem em todas estas questões. E para tanto, leitor, fazemos um convite: nós dissemos que as idéias dos militares foram muito importantes para a História contemporânea do Brasil. Vamos saber por quê.
FONTE: INTERNET

sábado, 12 de junho de 2010

GRAVE ACIDENTE AUTOMOBILÍSTICO

Morreu no início da noite de ontem na UTI do Hospital do Exército em Recife, a tenente do 1º Batalhão de Engenharia de Construção, sediado em Caicó, Marcela Ferraz,(foto), de 26 anos.



Destacada na obra da BR-101, ela se envolveu num acidente na BR-304 nas proximidades de Mossoró, na noite do último dia 6, quando colidiram três carros.
Na ocasião morreram três pessoas.


Tenente Marcela ficou gravemente ferida, foi internada no Hospital Tarcísio Maia em Mossoró e transferida para o Hospital do Exército em Recife.
Fonte: F. Gomes, ATRAVÉS DO BLOG POR TRÁS DAS GRADES

sábado, 10 de outubro de 2009

A POLÍCIA DO EXÉRCITO

ESCLARECIMENTOS INICIAIS: O presente artigo teve como objetivo principal dar conhecimento aos acadêmicos do Curso de Gestão em Segurança Pública e Privada da ULBRA/Canoas, a orígem da Polícia do Exército Brasileiro e os seu militares mais ilustres, que muito lutaram para a sua efetiva organização como tropa regular em tempo de paz.BREVE HISTÓRICO SOBRE A POLÍCIA DO EXÉRCITOE A DENOMINAÇÃO DO 3º BPE Com a eclosão da 2ª Guerra Mundial em 1939 e com o ataque japonês a Pearl harbour no Havaí, os Estados Unidos da América organizaram o seu Exército para a guerra e, nessa organização, surgiu a Military Platoon Police (Pelotão de Polícia Militar) da Divisão de Infantaria, identificada nos seus militares pelo braçal “MP” (Militar Police), usado no braço esquerdo. Com a entrada do Brasil na guerra, a organização da nossa tropa, segundo acordos efetuados, combateria o inimigo sob o comando do Exército Americano, e teria a sua organização de acordo com a organização das tropas americanas, as quais tinham em sua Divisão de Infantaria um Pelotão de Polícia Militar (MP). O Pelotão de Polícia Militar (brasileiro) teve sua formação no 3º Regimento de Infantaria, comandada pelo então General Euclydes Zonóbio da Costa, que de acordo com o regulamento, foi organizado em duas seções – uma de tráfego e outra de polícia, com três e dois grupos respectivamente. Atribuía-se ênfase especial ao tráfego, pois além de o comandante daquela seção ser um oficial, ao próprio comandante do Pelotão, denominava-se, também, “Inspetor de Tráfego”. Dado ao desconhecimento quase absoluto do Exército sobre questões policiais e de tráfego, pensou-se em aproveitar de alguma corporação já existente, a experiência necessária. Assim, do núcleo original formado por 19 homens do Exército, formou-se um contingente de 44 voluntários, oriundos da Guarda Civil de São Paulo. O Pelotão de Polícia Militar da Força Expedicionária Brasileira – FEB, foi sediado provisoriamente no QG da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária, e posteriormente, acantonado na Companhia Escola de Intendência. Na Itália, após a chegada, a tropa de Polícia Militar passou por períodos de treinamentos para adaptação ao terreno e aos novos armamentos. Nesse período, o Pelotão era comandado pelo Ten José Sabino Maciel Monteiro, e subordinado diretamente ao General Zenóbio da Costa, Comandante do 1º Escalão da FEB na Itália. O 1º PE, em tempo de paz, hoje ainda vivo, é o Gen Div Domingos Ventura Pinto Júnior, ex-combatente da FEB, ex-comandante do 1º BPE, e atual Vice-Presidente da Associação dos ex-combatentes da FEB, que tem a sua vida dedicada à Polícia do Exército. Esse General começou a sua história na Polícia do Exército em 1945, no salão de armas do Navio Transporte Americano General Meigg, que, por ocasião do fim da guerra, estava zarpando para o Brasil, quando o Gen Zenóbio da Costa colocou em seu braço esquerdo o primeiro braçal da Polícia do Exército em tempo de paz. Desde então o Gen Ventura divulga de forma incansável pelo País a atuação do Brasil na 2ª guerra, bem como surgiu neste conflito a Polícia do Exército. DENOMINAÇÃO HISTÓRICA DO 3º BPE JERÔNIMO FRANCISCO COELHO, nascido em Laguna / SC, iniciou sua carreira militar Aos oito anos de idade, quando sentou praça como 1º Cadete na Companhia de Artilharia do Ceará / CE, culminando com o posto de Brigadeiro (antigo posto correspondente à General de Brigada) do Exército Imperial em 14 da março de 1855. Foi presidente das Províncias do Pará e do Rio Grande do Sul. Em 1845, quando era Ministro da Guerra, redigiu os termos da “Paz de Ponche Verde” (nome de um rio na localidade de Dom Pedrito/RS), que possibilitou a pacificação da Revolução Farroupilha no RS. Devido o Brigadeiro Jerônimo Coelho ter nascido na região do Comando Militar do Sul (CMS) e pela sua atuação tanto no campo militar, como na administração pública, o Exército Brasileiro resolveu homenageá-lo, permanentemente, concedendo ao 3º Batalhão de Polícia do Exército (3º BPE), em 26 de setembro de 1995, a denominação histórica de “BATALHÃO BRIGADEIRO JERÔNIMO COELHO”. Não seria justo com a história encerrarmos este artigo, sem dizer que, o grande batalhador e incentivador da permanência do contingente de polícia no Exército, foi o Marechal Euclydes Zenóbio da Costa (1893-1963), que ao retornar da Itália procurou sempre realizar tratativas com o Comando do Exército para que a Policia Militar não deixasse de existir e, ainda, conseguindo que aquele Pelotão experimentado pelo fragor das batalhas, se tornasse hoje, o grande patrimônio das Forças Terrestres que hoje se chama BATALHÃO DE POLÍCIA DO EXÉRCITO.(PINTO JUNIOR, Domingos Ventura “et al.”, A Polícia do Exército Brasileiro – Porto Alegre, Gênesis, 2001, 208p.). Canoas, RS, 05 de junho de 2003.
FONTE - RECANTO DAS LETRAS

domingo, 8 de março de 2009

24ª CSM-NATAL


24ª CSM-NATALA 24ª CSM foi criada em 02 de janeiro de 1918, oriunda da Junta de Recrutamento e Sorteio de Natal de 1908, com o nome de 6ª Circunscrição de Recrutamento (CR), tendo posteriormente sido nomeada 15ª, 16ª e 24ª CR.Em 1966, tomou a atual designação de 24ª Circunscrição de Serviço Militar. Ocupou, inicialmente, o quartel do 40º BC e mudou de endereço mais oito vezes, até estabelecer-se no atual aquartelamento, construído com essa finalidade e inaugurado em 28 Jan 58. Entre as OM da 7ª RM é superada em antigüidade, somente pela 23ª CSM e pelo HGeR que são de 1909 e 1917, respectivamente.EX-COMANDANTES1 - MAJOR Antonio Augusto de Athayde - 15 Abr 1918 a 24 Set 19312 - Tc - José Luso Torres - 25 Set 1931 a 01 Abr 19323 - Tc -José da Silva Barbosa - 02 Abr 1932 a 19 Mar 19334 - CEL Ciro Vidal - 31 Jan 1941 a 01 Ago 19416 - CAP Donato Di Dominico - Donato Di Dominico - 02 Nov 1942 a 06 Ago 19437 – CAP Joaquim Guilherme César da Silva - 20 Mar 1933 a 19 Mar 19348 – CAP Sandoval Cavalcanti de Albuquerque - 20 MAR 1934 a 01 Mai 19389 - Cel - Luiz Tavares Guerreiro - 02 Mai 1938 a 30 Jan 194110 - Tc Raimundo Vilaroga Fontenelle - 02 Ago 1941a 01 Nov 194211 - Ma - Aluizio de Andrade Moura - 02 Dez 1943 a 27 Nov 194612 - TC - Fernando Correia Leitão - 28 Nov 1946 a 21 Abr 194713 - CA´- Lauro da Silva Costa - 22 Abr 1947 a 31 Jul 194714 - TC Francisco Torquato Paes Barreto Filho - 01 Ago 1947 a 03 Nov 195015 -MMA -0Alfredo Lemos da Silva - 04 Nov 1950 a 07 Mai 195116 - MAJ Mário Aldo Couto da Gama- 08 Mai 1951 a 07 Jun 195317 - TC Francisco Cavalcanti Filho - 08 Jun 1953 a 31 Mai 195418 - CEL - Ilcon da Cunha Cavalcanti -= 01 Jun 1954 a 13 Dez 195519 -MAJ Francisco Gomes da Costa - 06 Nov 1956 a 29 Abr 195720 -CEL Rolindino Manso Maciel - 30 Abr 1957 a 06 Mai 195821 - Fernando Correia leitão 07 Mai 1958 a 09 Set 195822 - Cel Luciano Veras Saldanha - 23 Mar 1959 a 25 Ago 195923 - Maj Omar Dantas Moura - 26 Ago 1959 a 01 Fev 196024 - CEL Oswaldo Ferreira de Carvalho - 10 Set 1958 a 22 Mar 195925 – CEL Fernando Correia Leitão - 02 Fev 1960 a 01 Mai 196026 - CEL Rolindino Manso Maciel - 02 Mai 1960 a 19 Jul 196527 - MAJ Giacomo Biagio Di Gesu - 30 Dez 1965 a 28 Fev 196728 - José Estevam Mosca - 01 Abr 1967 a 29 Jul 197029 - Cel Benedito Kleber do Nascimento- 20 Jul 1970 a 11 Jul 197330 - Cel Carlos Alberto Pamplona de Moura - 12 Jul 1973 a 28 Ago 197531 - Cel – José Estevam Mosca29 Ago 1975 a 30 Nov 197632 - CEL Milton Freire de Andrade - 01 Dez 1976 a 06 Dez 197833 - CEL Dagoberto Félix B. de Araújo Galvão - 31 Jul 1979 a 02 Fev 198234 - CEL Carlos George Caparelli - 02 Fev 1982 a 15 Fev 198435 – CEL Moacyr Roberto Guimarães de Oliveira - 15 Fev 1984 a 21 Dez 198736 – CEL José Carlos Ustra P. da Silva - 21 Dez 1987 a 30 Jan 199137 – CEL Jose Airton Alves da Costa - 30 Jan 1991 a 28 Jan 199338 – CEL Eldon Baptista Lyra - 29 Jan 1993 a 29 Set 199539 – CEL Antonio Sidenei dos Santos - 29 Jan 1996 a 29 Jan 199940 – CEL Jefferson dos Santos Motta - 29 Jan 1999 a 30 Jan 200141 – CEL Francisco Maurício Freitas Uchôa- 30 Jan 2001 a 17 Jan 200342 – CEL Horácio Helder Leite Veríssimo - 17 Jan 2003 a 25 Jan 2005

1º BECNST DE CAICÓ


1º BATALHÃO DE ENGENHARIA
DE CONSTRUÇÃO - BATALHÃO
SERIDÓ - CAICÓ
O 1º BECNST- Batalhão de Engenharia de Construção denominado inicialmente 1º Batalhão Ferroviário, foi criado por Decreto Nº 36.787 de 19 de janeiro de 1955, sancionado pelo potiguar JOÃO CAFÉ FILHO (3/2/1899 – 11/2/1970). Nessa época o governador do Rio Grande do Norte era o saudoso Silvio Piza Pedroza (12/03/1918 – 19/08/1998). Foi instalado na cidade de Caicó-RN em 30 de março do mesmo ano, que teve como primeiro comandante o Tenente Coronel José Ferraz da Rocha. “Em agosto, iniciou o cumprimento das missões rodoferroviárias no Nordeste, construindo a Ponte do Rio Seridó denominada de ‘SOLDADO FRANCISCO DIAS”, inaugurada no dia 6 de fevereiro de 1957, na gestão do então governador Dinarte de Medeiros Mariz (23/8/1903 – 6//7/1987), uma homenagem prestado ao soldado Francisco Dias, que falecera no dia 18 de agosto de 1956, quando trabalhava nos serviços da construção da referida obra. Em dezembro de 1957 tomou a denominação atual, pelo Decreto Nº 42.921 de 30 de dezembro, o mesmo que criou o 1º Grupamento de Engenharia. Em 23 de abril de 1973, pelo Decreto Nº 72.115 foi transferido a sede do 1º Batalhão de Construção de Caicó-RN para São Gabriel da Cachoeira-AM, a fim de participar do esforço nacional de preservação, integração e desenvolvimento da Região Amazônica. EPOPÉIA DA TRANSFERÊNCIA PARA SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA-AM 1973, que teve como primeiro comandante o Tenente Coronel Paulo Romero de Medeiros Ferreira. Permanecendo nessa cidade até 18 de maio de 1982, quando foi transferido para Campina Grande-PB, que nesta mesma data retorna a Caicó. Para assumir o comando do 1º BEC foi designado o Coronel José Henrique da Cunha Jardim. O 1º BEC foi reinstalado oficialmente pelo comandante do IV Exército Brasileiro Ênio Gouveia dos Santos, no dia 18 de maio de 1982, quando nessa época o Estado era governador pelo Dr. Lavoisier Maia Sobrinho e o prefeito de Caicó era o senhor Manoel Torres de Araújo.Unidade de construção tradicional do Exército Brasileiro, atua em obras de cooperação, onveniado com órgãos públicos federais, estaduais e municipais na construção de rodovias, viadutos, pontes, aeroportos, açudes e perfuração de poços. Atua nos estados do Rio Grande do Norte e da ParaíbaAtualmente está sendo responsável pela maior obra de construção, está erguendo o Aeroporto de São Gonçalo, como também da duplicação BR 101, trecho Natal até a divisa da Paraíba.EX-COMANDANTES-1 – TC JOSÉ FEWRRAZ DA ROCHA – 01/07/1988 – 19/09/1956- TC – ERGILIO CLÁUDIO DA SILVA – 19/09/1956 – 01/03/19583 – TC ALFREDO CORREIA LIMA – 01/03/1958 – 01/11/19584 – TC HELIO IPIAPINA LIMA – 11/11/1958 – 05/01/19615 – TC KLEBER ROLLIN PINHEIRO – 05/01/1961 – 11/02/19626 - CEL LÚCIO MORAIS CALDAS – 16/08/1963 – 12/1/19687 – CEL MARIUS TRAJANO NETO – 27/1/68 – 10/11/698 – CEL JOD´E PINTO DOS REIS – 1/3/70 A 26/2/739 – TC HELY REGO – 26/2/73 – 31/1/7510 – CEL NILTON DO MONTE FURTADO – 31/1/75 – 12/2/7711 – TC SID ERLANDE ALENCAR – 15/2/77 – 7/3/7912 – CEL HENRIQUE CUNHA JARDIM – 7/3/79 – 27/1/8313 – CELIACO ASTORIANO DE SOUZA – 27/1/83 – 28/1/8514 – CEL LUIZ MARIO VITÓRIA NETO – 28/1/85 – 30/1/8715 – CEL ANTONIO DE PÁDUA SOUZA16 - TC PAULO KAZUNORI KOMATSU – 24/1/90 – 8/1/199317 -CEL SINVAL ROSA DA SILVA – 8/1/93 – 27/1/9718 -CEL JOSÉ RODRIGUES DE MEDEIROS – 27/1/95 – 24/1/9719 -CEL RENATO RODRIGUES DA SILVA – 24/01/1997 – 29/01/199920 -CEL JORGE ERNESTO PINTO FRAXE – 29/1/1999 – 26/01/200121 -TEC RENATO CAVALCANTE DE MENDONÇA – 26/01/2001 – 13/02/200422 - CEL – NEWTON BELLINATI – 13/02/2004 – 26/01/2007 - natural de Presidente Prudente-São Paulo. Iniciou suas atividades militares na Academia Militar de Agulhas Negras, em 1978. Foi subcomandante do 1º Batalhão de Engenharia de Construção, em Caico, em 1997 e assumiu o comando no dia 13 de fevereiro de 2005, depois de passar pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais de carreira de arma de engenharia.ATUALCEL TITO YAVARES, natural de Rio de JANEIRO-RN, nascido a18 de junho de 1962, filho de Alonso José Tavares e Martha Bethiol Tavares. Incorporou às fileiras do Exército em 18 de fevereiro de 1978. Foi declarado Aspirante a - Oficial da Arma de Engenharia em 15 de dezembro de 1984. Concluiu o Curso de Formação na amam em1984, O Curso Básico de PÁRA-QUEDISTA em 1985, o Curso de Operações na Selva – Categoria “B” em 1987, O Curso de Aperfeiçoamento na EsAO em 1992 e o Curso de Comando o Estado Maior na ECEMEem 2001. . Foi promovido ao posto de tenente coronel em 31 de agosto de 2003.Desempenhou as funções de Instrutor da AMAM nos anos de 1990 e 1991 e de Assistente do Comandante da AMAM em 2004 e 2005, em Resende-RJ; Instrutor Chefe do Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva/4ª Batalhão de Engenharia de Combate (NPOR/4ª BE Cmt), em Itajubá-MG; Chefe da 4ª Seção (E4) do Comando da 8ª Brigada de Infantaria Motorizada, em Pelotas-RS; E Comandante da Companhia de Engenharia de Força de Paz no Haiti. Foi condecorado com a Medalha do Pacificador,a Medalha do Serviço Amazônico, a Medalha da Organização das Nações Unidas (ONU), a Medalha Marechal Tropovski e a Medalha do Jubileu de Ouro da Vitória na II Guerra Mundial.É casado com Michelle Mercês Moura Tavares e pai de duas dilhas: Débora e Natalia. Assumiu o comando do BEC no dia 21 de janeiro de 2007, permanecendo no cargo até a presente data.
FONTE: INTERNET
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jlcs53 disse...

Correção do texto sobre o 1o BEC:
Depois do Comandante TC KLEBER ROLLIN PINHEIRO – 05/01/1961 – 11/02/1962, o batalhão foi comandado pelo TC Aluisio de Castro e Silva no período de fevereiro de 1962 a agosto de 1963, sendo substituido pelo CEL LÚCIO MORAIS CALDAS – 16/08/1963 – 12/1/1968. O TC Aluiso era sub-comandante do Batalhão de Caicó no ano de 1961.


FORÇAS ARMADAS

FORÇAS ARMADAS DO BRASIL
SOLICITO A DEVIDA VÊNIA AOS MILIATERES MAIS GRADUADOS DAS FFAA - Sou policial militar da reserva, assim sendo sou também militar, já que as Polícias Militares são forças auxiliares do exército Brasileiro. Passei 30 anos minha querida e amada Polícia Militar do Estado do Rio Grande e felizmente, para mim, e infelizmente, para alguns companheiros, e nunca sofri nenhum tipo de punição, nem sequer verbalmente. Ingressei na PMRN no dia 2 de julho de 1980, na condição de soldado PM. Em 1987 foi promovido a 3º sargento, passando pelas graduações de 2º sargento, 1º sargento e subtenente, e ingressando na reserva remunerada em 8 de julho de 2008, com 28 anos, porém, totalizando 30 anos, tendo em vista que não havia gozado a licença especial. Assim sendo, acho no direito de colocar neste blog algumas coisas referentes ao militarismo, não por experiência própria, tendo em vista nunca ter servido a nenhuma instituição militar: Marinha, Exército e Aeronáutica, e sim, primeiro, por admirá-la, em algumas partes, segundo, por pura pesquisa, assim vejamos:Militarismo ou ideologia militarista é a idéia de que uma sociedade é mais bem servida (ou de maneira mais eficiente) quando governada ou guiada por conceitos incorporados na cultura, na doutrina ou no sistema militares. Militaristas sustentam que a segurança é a mais alta prioridade social, e alegam que o desenvolvimento e a manutenção do aparato militar assegura essa segurança. Militarismo denota a tendência a expandir a cultura e os ideais militares a áreas fora da estrutura militar – principalmente a negócios privados, política governamental, educação e divertimento.O militarismo está arraigado na sociedade desde a mais remota antigüidade. Em todas as civilizações desde o início da história humana no planeta Terra, as atividades guerreiras e a guerra estão presentes.A Polícia Militar é o serviço ou corpo militar cuja função é o policiamento no âmbito das forças armadas. A Polícia Militar exerce, em relação aos membros das forças armadas, as mesmas funções que as polícias civis exercem em relação aos cidadãos não-militares.O oficial que chefia a Polícia Militar de alguns exércitos e unidades militares é chamado preboste e por isso o Serviço de Polícia Militar é também, por vezes, designado Serviço de Preboste.Geralmente a Polícia Militar é responsável pela garantia do cumprimento da lei (incluindo a investigação criminal) no interior das instalações sob jurisdição militar e no que diz respeito ao pessoal militar, mesmo fora dessas instalações, pela segurança de instalações, protecção de altas individualidades militares, custódia de prisioneiros de guerra, guarda e escolta de militares sob prisão, gestão de refugiados, defesa contra espiões e sabotadores, controlo rodoviário e reconhecimento de itinerários e guardas honoríficas em cerimónias militares. Nem todos os serviços de Polícia Militar executam todas estas atribuições.Apesar de, geralmente, as funções da Polícia Militar serem não combatentes, certas missões, como as escoltas a colunas militares e a defesa de instalações, podem obrigar o seu pessoal a entrar em combate. Por isso, a Polícia Militar é, normalmente treinada como uma arma combatente.Na maioria dos países, cada ramo das forças armadas tem o seu próprio serviço de Polícia Militar com pessoal do próprio ramo e subordinado ao comando do próprio ramo. Em outros países, a função de Polícia Militar é desempenhada por um corpo de gendarmerie, independente dos ramos das forças armadas, que exerce tanto essa função como a de polícia civil.Os membros das Polícias Militares da maioria das forças armadas usam itens de uniforme que os destinguem claramente dos restantes militares. Os mais utilizados são os braçais e os capacetes coloridos com as insígnias e siglas do serviço.No Brasil a designação Polícia Militar é utilizada para designar os orgãos de polícia preventiva e uniformizada das unidades federativas. Estes orgãos não correspondem ao que, tradicionalmente, é designado por Polícia Militar, na maioria dos outros países, mas sim a uma polícia do tipo gendarmerie.Nas Forças Armadas do Brasil existem também serviços de Polícia Militar, estes no âmbito em que, tradionalmente, é usado este termo. No Exército existe a Polícia do Exército, na Marinha existe a Companhia de Polícia do Batalhão Naval e na Força Aérea existe a Polícia da Aeronáutica.O nacionalismo é um sentimento de valorização marcado pela aproximação e identificação com uma nação, mais precisamente com o ponto de vista ideológico.Costuma diferenciar-se do patriotismo devido à sua definição mais estreita. O patriotismo é considerado mais uma manifestação de amor aos símbolos do Estado, como o Hino, a Bandeira, suas instituições ou representantes. Já o nacionalismo apresenta uma definição política mais abrangente Por exemplo: da defesa dos interesses da nação antes de quaisquer outros e, sobretudo da sua preservação enquanto entidade, nos campos linguístico, cultural, etc., contra processos de destruição identitária ou transformação.São vários os movimentos dentro do espectro político-ideológico que se apropriam do nacionalismo, ora como elemento programático, ora como forma de propaganda. Durante o século XX, o nacionalismo permeou movimentos radicais como o fascismo, o nacional-socialismo e o integralismo no Brasil e em Portugal, especialmente durante o Estado Novo (Portugal).O nacionalismo é uma antiga ideologia moderna: surgiu numa Europa pré-moderna e pós-medieval, a partir da superação da produção e consumo feudais pelo mercado capitalista, com a submissão dos feudos aos estados modernos (ainda absolutistas ou já liberais), com as reformas religiosas protestantes e a contra-reforma católica – fatos históricos estes que permitiram, ou até mais, que produziram o surgimento de culturas diferenciadas por toda a Europa, culturas que, antes, eram conformadas, deformadas e formatadas pelo cristianismo católico, com o apoio da nobreza feudal.Surgiu como uma ideologia popular revolucionária, pois foi contrária ao domínio imperialista político-cultural do cristianismo católico que se apoiava nos nobres feudais e ajudava a sustentar a superada, limitada e limitante economia feudal, mas também como uma ideologia burguesa, pois as massas camponesas e o pequeno proletariado que também surgia passavam do domínio da nobreza feudal para o da burguesia industrial – e a ideologia dominante em uma sociedade é a ideologia das classes dominantes.Após a definitiva vitória político-cultural dos burgueses sobre a nobreza feudal – a qual foi submetida pela destruição ou pela absorção pela cultura e pela política burguesa – foi parcial e progressivamente deixado para trás, como uma ideologia que teria sido importante, mas que já não seria mais do que uma lembrança histórica.O nacionalismo ressurge nas colônias européias do Novo Mundo, nas “américas”, de Sul a Norte, e principalmente na América Latina, antes mesmo do surgimento da ideologia comunista européia, como um renovado nacionalismo, um “nacionalismo revolucionário” com algo já de socializante; Simón Bolívar foi o líder maior desse “nacionalismo revolucionário” latino-americano, e este seu nome, apenas, já basta para avalizar essa ideologia, a qual formou-se ao comando de homens tais como Tupac Amaru, San Martín ou José Artigas.Ressurge na Europa, pouco antes do surgimento da ideologia comunista, como um outro nacionalismo, como um “nacionalismo revolucionário” socializante, ou até mesmo socialista, e antiimperialista, contrário ao imperialismo europeu, o qual, além de explorar as colônias americanas, asiáticas e africanas, explorava ainda as nações européias mais pobres; Giuseppe Mazzini foi o líder maior desse “nacionalismo revolucionário” na Europa.O “nacionalismo revolucionário” europeu, como uma ideologia antiimperialista original, também influenciou o pensamento dos latino-americanos que souberam aprender dos europeus aquilo que fosse interessante e útil, desenvolvendo, no Novo Mundo, uma prática e uma luta anticolonialista, a qual se desenvolveu na ação e no discurso de homens tais como “Tiradentes”, San Martín ou Giuseppe Garibaldi.O “nacionalismo revolucionário” latino-americano, numa inversão do colonialismo cultural, influenciou mesmo a luta antiimperialista na Europa: as colônias latino-americanas muito ensinaram às nações pobres européias, com a luta e o comando de Giuseppe Garibaldi, e de sua mulher, Anita Garibaldi, revolucionários e heróis tanto no Novo Mundo quanto no Velho Mundo – continuando (e vencendo) a luta antes comandada por Giuseppe Mazzini.Inicialmente vamos dissecar as instituições militares sediadas no Estado do Rio Grande do Norte, começando pelo Batahão de Engenharia, acantonado na belíssima e amada cidade de Caicó.

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